21 de Nov de 2009

Bucareste!

Presentemente na Roménia encontram-se mais de 200 obras Publicas em execução. As empresas Portuguesas quase que se acotovelam, tal a fartura do mercado que existe para estes lados.
Neste momento, Empresas como a Lena Construções, Soares da Costa, Mota-Engil, Payshop, Coindu, Martifer, Pavia, Simoldes e Milleniuma estão espalhadas por todos os cantos do País, com uma maior incidência, na cidade de Bucareste.
As empresas de construção estão sempre sujeitas ao marasmo, mas quando a situação muda, são as barragens, as concessões, o Estrangeiro, a alta velocidade e o novo Aeroporto de Lisboa.
Tudo muito em cima, muita coisa ao mesmo tempo, de uma vez só… é uma pressão enorme para as empresas concessionárias, construtoras e projectistas, mas é nesta altura, que se vê a força das equipas.
Na minha opinião devia haver uma melhor planificação de todos estes investimentos e um plano de concursos mais faseado, mas a necessidade faz as empresas correrem desenfreadamente sem uma planificação prévia.
Porém, é evidente que é preferível ter o stress de muito trabalho do que o (des)stress de falta de trabalho, que é gerir pessoas não colocadas ou mal aproveitadas.
O melhor stress é o de trabalhar nos limites razoáveis de plena ocupação, gerando riqueza para as famílias e para a sociedade, e valor para o accionista, porque esta pressão, faz-me lembrar Andorra.
Pedro Monteiro

12 de Nov de 2009

Ídolos!

Cada vez mais somos invadidos por programas de televisão cheios de candidatos a cantores.
Tudo isto faz com que a música fique num plano secundário e se dê relevo exclusivamente à imagem.
Tenho visto os Ídolos na SIC e sinceramente ainda não vi ninguém com uma voz que considere poderosa.
Aquilo que tenho visto é a imagem de uns quantos meninos e meninas bonitos (as), que se apresentam como falsos cantores.
Isto cheira-me a desgraça. A pessoa feia, que não tem um bom look, mas tem uma boa voz, não vai ter hipótese. Mas se aparecer uma cara bonita, com um corpinho trabalhado e uma voz esganiçada, vai chegar longe.
Já agora uma palavra para os jurados! Se nos próximos dias aparecer um verdadeiro talento, mesmo que seja feio (a) e não tenha o tal look desejado, “deixem-no” seguir em frente, porque a excepção que aparece de longe a longe, deve ser julgada pelo verdadeiro talento e não por uma outra coisa qualquer.

Pedro Monteiro

7 de Nov de 2009

Um encontro!

Estive em Aveiro no feriado de “Todos os Santos”. Confesso que é dos dias que mais me custa passar, até pela carga emotiva que isso acarreta.
No Domingo de manhã, antes de fazer a romagem obrigatória, tomei café em Esgueira
Dos muitos amigos que encontrei, houve uma pessoa que gostei particularmente de rever.
Primeiro, porque já não a via há muito tempo, segundo, porque foi sempre daquelas pessoas que nunca consegui esquecer. Os seus dotes especiais para adivinhar o futuro, davam-me uma vontade tão grande de rir, que sempre que a encontrava, mesmo que estivesse naqueles dias de neura, ficava logo bem-disposto.
Andava sempre com uma bolinha de vidro na mão, um lenço na cabeça e um vestido até aos pés, tipo médium, para além do ar convicto de quem sabe sempre o que diz.
Depois de conversarmos alguns minutos, vira-se para mim com aquele olhar penetrante que lhe é peculiar e diz-me: estás disposto que eu eleve o teu astral! Comecei logo a rir, mas não deixei de perguntar:
Estás mesmo disposta em materializar algum dos meus sonhos!
Claro que sim… mas hoje é diferente, tu é que me vais ajudar a materializar os meus. Dá-me um beijo, encosta a tua testa à minha e paga-me o galão e a torrada.
Confesso que fiquei indeciso por uns momentos e embora já me tivessem chegado alguns rumores que aquele produto que faz rir as pessoas andava adulterado, acabei por presenciar que afinal, anda é a soltar a imaginação ás pessoas.

Pedro Monteiro

4 de Nov de 2009

Arrisquei!

Hoje fiz uma coisa que nunca tinha feito:
Arrisquei escrever um post em horário de trabalho.
Não sei o que me deu, visto que normalmente estamos sobre alguma vigilância para além do olhar esquisito de três rapariguinhas que tenho perto de mim.
Mas hoje confesso que não era assim um dia cheio.
Será por isso que este dia para mim está a ter momentos especiais?
Já hoje bebi um sumo de laranja e comi um croissant; passei os olhos pelos jornais; tive tempo de vaguear pelo espaço e pensar em coisas boas e isto não é normal…sério! Eu nunca tenho tempo para nada e muito menos para mim. Bem, vou continuar a trabalhar e imaginar mais uma ou outra façanha para que, com esta forma, acabe por ter um dia bem cheio…de emoções fortes.
Pedro Monteiro


28 de Out de 2009

Uma de Positivo!

Reconheço que fui sempre uma pessoa que se prendeu demasiadamente aos problemas.
Eu sei que ignorá-los não é solução, que a melhor maneira é resolvê-los.
Mas ninguém tem o direito de me pedir para ignorar a minha falta de sorte e muito menos, acusar de falta de positividade.
Porém e para que fique bem claro, eu sou feliz com a vida que tenho. Concluí que a única forma de ultrapassar o lado negativo da questão, é resignar-me.
A vida é para ser aproveitada, porque o exemplo que já tive, mostrou-me que ninguém sabe até quando vamos poder usufruir dela.
Por isso, parem de me chamar desleixado ou apático em relação ao futuro, porque eu não estou destituído de objectivos.
Chamem-me antes felizardo, pela vida que Deus me deu.
Pedro Monteiro

26 de Out de 2009

Estou diferente!

Numa reunião que tive, senti-me uma pessoa diferente.
Apesar de continuar a ser independente, tolerante e paciente, não gosto de sair magoado e muito menos rebaixado, mesmo que esteja perante alguém da linha dura, como era o caso das pessoas que tinha na minha frente.
Passar por cima de mim não deixo, assim como não entrego os meus pensamentos de “mão beijada” e muito menos partilho aquilo que sinto, sem primeiro calcular os efeitos.
Mas eu estou diferente. Lembro-me daqueles momentos em que um simples sorriso meigo me desarmava. Era uma sensação de quem se sentia estúpido e feliz ao mesmo tempo, apesar de prever muitas vezes que isso se tornava complicado.
Mas eu prefiro que a minha sinceridade e frontalidade choque as pessoas, não pela simples razão de estar diferente, mas porque eu já não sei ser de outra forma.
Sinto necessidade de dizer aquilo que penso, e em troca, que aceitem aquilo que sou, logo, concordar com aquilo que dizem… “ESTÁS DIFERENTE”!
Pedro Monteiro

23 de Out de 2009

Mais sozinho!

É verdade, alguns amigos vão mudar de pouso... não é porque não estejam bem, mas a obrigação manda mais que o coração. Não sei como vou viver mais esta etapa sem vocês cambada. Bem, lá terei no final deste mês que fazer uma viagem de 2h de comboio e ir ao vosso encontro.
Há muito pouco que eu possa dizer para tentar explicar a vossa falta. A única coisa de que tenho a certeza, é que vou sentir muitas saudades do David, porque sem dúvida, é um dos maiores alucinados que já vi até hoje.
Mas como ainda vão ficar por Espanha até ao final do ano, resta-me ir ao vosso encontro e convidar-vos para uma jantarada, para matar saudades.
Por favor, agora que estão sem mim, não façam estragos, nem dêem muito trabalho á Irene.
Gosto de vocês.

Pedro Monteiro

18 de Out de 2009

Quando as coisas acabam!

Quase todos nós já tivemos uma namorada (o). Alguém a quem atribuímos toda a confiança, todo o nosso amor. São alturas em que se cumprem sonhos, vontades, desejos e se planta a esperança para um futuro a dois.
Depois, lá chega o dia em que as coisas acabam, muitas vezes por razões que a própria razão desconhece.
Mas será que acabam mesmo?
Claro que não acaba! A partir desse momento tudo começa a ser novo e diferente, não existem comparações, nada é igual. O lado menos personificado de uma das pessoas acaba por vir á superfície.
São esses comportamentos que muitas vezes nos levam a pensar que quando alguém afirma que ama alguém, o faz sem sequer saber o que sente.
Quem já não desistiu de tantas coisas na vida? Quem não se sente culpado por não ter tentado o suficiente? Quase todos nós! Então será que isso é motivo para se perder a personalidade?
Cada um é livre de viver o que sente, cada um entende á sua maneira o que vê, cada um é o que é, mas ninguém deve atraiçoar os seus sentimentos ao ponto de se ridicularizar pela impaciência, ou pela pura ignorância do seu íntimo e muito menos, cair na patetice dos recados de algibeira.
Espero não ferir susceptibilidades com estas palavras. Isto não é um recado!
É apenas uma mensagem, como tal, atribuam-lhe uma acção correspondente.
Pedro Monteiro

16 de Out de 2009

Estranho padrão!

Não sou dos mais velhos que por aqui anda, mas chateia-me profundamente chegar ao intervalo e não ter ninguém com quem falar.
O mundo mudou e as conversas resumem-se a cada um encostado no seu canto, no mais profundo silêncio, a trocar SMS através do TM.
Para os miúdos, isto seria normal, porque já não conheceram outra realidade senão esta.
Mas será que esta gente não tem saudades dos tempos mais tolerantes, menos controladores, em que quase não havia imposição por parte do espírito humano.
Não sou contra a tecnologia, ela trouxe-nos inúmeras vantagens, mas perdoem-me: não vejo neste aspecto a nossa vida facilitada!
Malditos tempos de infância que não voltam mais...
E eu não sou velho…porra!

Pedro Monteiro

13 de Out de 2009

Autárquicas!

O povo está a começar a abrir os olhos…não na sua totalidade, porque ainda há por aí muito corrupto que consegue ganhar o seu lugar como Presidente de Câmara.
A Fátima Felgueiras perdeu a Câmara de Felgueiras...Por aqui o Povo esteve bem.
O Avelino Ferreira Torres perdeu Marco de Canaveses…idem aspas.
O Valentim Loureiro é o maior, o que só vem reforçar a ideia de que a táctica dos electrodomésticos é óptima. Quanto ao seu discurso de vitória, não gostei…o homem deve andar a fumar charutos misturados com mais qualquer coisa.
O Isaltino Morais continua à frente de Oeiras. O homem é mesmo bom e o dinheirito que desviou começa a dar os seus frutos. Nomearam-no! Agora aguentem-no.
O Rui Rio lá continua na sua Câmara do Porto. Não gosto nem um bocadinho do homem, mas ao menos não lutou por dois tachos.
O António Costa ganhou como se esperava a liderança de Lisboa... e eu fiquei contente.
E por último na minha freguesia, ganhou o partido no qual votei.
Foi sem dúvida um bom Domingo. Poderia ter sido melhor, se não fosse a viagem de quase 700 km que tive que fazer …mas foi um bom Domingo
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Pedro Monteiro